Visão subnormal

Quando óculos ou lentes de contato não podem proporcionar visão adequada, pode-se utilizar um auxílio óptico. Essa condição não deve ser confundida com cegueira. Pessoas com visão subnormal ainda possuem visão útil, que pode ser melhorada com recursos ópticos especiais. A deficiência visual pode ser menor ou maior dependendo da patologia ou lesão ocular de cada indivíduo. A melhora visual com recursos ópticos especiais é geralmente alcançada após seu oftalmologista ter completado o tratamento clínico ou cirúrgico ou determinado que esses procedimentos não serão suficientes para a melhora da visão. Embora o mais comum seja a redução da visão central, a visão subnormal pode também ser consequência de diminuição da visão periférica, da diminuição da visão para cores ou da incapacidade para definição adequada de luz, contraste ou foco. Diferentes tipos de visão subnormal podem exigir diferentes tipos de assistência oftalmológica. Pessoas que nascem com visão subnormal, por exemplo, têm necessidades diferentes daquelas que apresentam o problema no decorrer da vida.

Causas

Embora a maior incidência seja em idosos, pessoas de todas as idades podem ser acometidas. A visão subnormal pode ocorrer por causa congênita, doenças hereditárias, traumas, diabetes, glaucoma, catarata e doenças relacionadas à idade. A causa mais comum é a degeneração macular do idoso.

Toxoplasmose

A toxoplasmose atinge os olhos através de uma inflamação interna e pode causar cegueira. Quando uma mulher é infectada durante a gravidez, pode provocar danos ao feto.

Causas

A toxoplasmose ocorre através da contaminação por microorganismos presentes nas fezes de animais como cachorro, gato, aves e carne de porco.

Retinopatia diabética

O diabetes é uma doença complexa e progressiva que afeta os vasos sanguíneos do olho. Um material anormal é depositado nas paredes dos vasos sanguíneos da retina, que é a região conhecida como “fundo de olho”, causando estreitamento e às vezes bloqueio do vaso sanguíneo, além de enfraquecimento da sua parede, o que ocasiona deformidades conhecidas como microaneurismas. Esses microaneurismas frequentemente rompem ou extravasam sangue causando hemorragia e infiltração de gordura na retina. Existem duas formas de retinopatia diabética: exsudativa e proliferativa. Em ambos os casos, a retinopatia pode levar a uma perda parcial ou total da visão.

Retinopatia Diabética Exsudativa: ocorre quando as hemorragias e as gorduras afetam a mácula, que é necessária para a visão central, usada para a leitura.

Retinopatia Diabética Proliferativa: surge quando a doença dos vasos sanguíneos da retina progride, o que ocasiona a proliferação de novos vasos anormais que são chamados “neovasos”. Estes novos vasos são extremamente frágeis e também podem sangrar. Além do sangramento, os neovasos podem proliferar para o interior do olho causando graus variados de destruição da retina e dificuldades de visão. A proliferação dos neovasos também pode causar cegueira em consequência de um descolamento de retina.

Causas

O diabetes mellitus é o fator desencadeante dessa doença, que impede o corpo humano de fazer uso adequado de alimentos, especialmente de açúcares. O problema específico é uma quantidade deficiente do hormônio insulina nos diabéticos.

Grupos de risco

Os diabéticos apresentam um risco de perder a visão 25 vezes maior do que as que não portam a doença. A retinopatia diabética atinge mais de 75% das pessoas com diabetes há mais de 20 anos.

Tratamentos

O controle cuidadoso do diabetes com uma dieta adequada, uso de pílulas hipoglicemiantes, insulina ou com uma combinação desses tratamentos, prescritos pelo médico endocrinologista, são a principal forma de evitar a retinopatia diabética.

Fotocoagulação por raio laser: é o procedimento pelo qual pequenas áreas da retina doente são cauterizadas com a luz de um raio-laser na tentativa de prevenir o processo de hemorragia. O ideal é que esse tratamento seja administrado no início da doença, possibilitando melhores resultados, por isso é extremamente importante a consulta periódica ao oftalmologista.

Moscas volantes

Moscas volantes são pequenos pontos escuros, manchas, filamentos, círculos ou teias de aranha que parecem mover-se na frente de um ou de ambos os olhos. São percebidas mais facilmente durante a leitura ou quando se olha fixamente para uma parede vazia. A denominação moscas volantes vem do latim, pois há mais de dois mil anos, na Roma antiga, as pessoas já usavam a expressão “muscae volitantes” para descrever esse problema oftalmológico.

Causas

Com o processo natural de envelhecimento, o vítreo – fluído gelatinoso que preenche o globo ocular – contrai-se, podendo se separar da retina em alguns pontos, sem que cause obrigatoriamente danos à visão. As moscas volantes são proteínas ou minúsculas partículas de vítreo condensado, tecnicamente chamados grumos, formadas quando o vítreo se solta da retina. Embora pareçam estar na frente do olho, na realidade, elas estão flutuando no vítreo, dentro do olho. Nem sempre as moscas volantes interferem na visão. Mas, quando passam pela linha de visão as partículas bloqueiam a luz e lançam sombras na retina, a parte posterior do olho onde se forma a imagem.

Grupos de risco

As moscas volantes ocorrem com maior frequência após os 45 anos entre as pessoas que têm miopia, as que se submeteram à cirurgia de catarata ou ao tratamento YAG Laser e também entre as que sofreram inflamação dentro do olho.

Tratamento

Caso as moscas volantes não estejam relacionadas a um problema sério, como rasgos na retina, não será necessário tratamento. Com o passar do tempo elas tendem a diminuir. Mas, se as moscas volantes forem um sintoma de rasgo, deve ser selado com laser argônico ou por crioterapia, a fim de evitar que eles provoquem o descolamento da retina, o que pode ocasionar cegueira.

Glaucoma

O glaucoma é uma doença ocular que provoca lesão no nervo óptico e campo visual, podendo levar à cegueira.

Na maioria dos casos, vem acompanhado de pressão intraocular elevada, mas pode ocorrer glaucoma de “baixa pressão”.

O Glaucoma pode ser:

congênito: presente no nascimento, os recém-nascidos apresentam globos oculares aumentados e córneas embaçadas. O tratamento é cirúrgico;

secundário: ocorre após cirurgia ocular, catarata avançada, uveítes, diabetes, traumas ou uso de corticoides;

crônico: costuma atingir pessoas acima de 35 anos de idade. Uma das causas pode ser obstrução do escoamento de um líquido que existe dentro do olho chamado humor aquoso. No glaucoma crônico, os sintomas costumam aparecer em fase avançada, isto é, o paciente não nota a perda de visão até vivenciar a “visão tubular”, que ocorre quando há grande perda do campo visual (perda irreversível). Se a doença não for tratada, pode levar à cegueira. Por isso o exame oftalmológico anual, preventivo, é fundamental para detecção e tratamento precoce. Em geral o tratamento é realizado por meio de colírios, entretanto, caso o tratamento clínico não apresente resultados satisfatórios a cirurgia torna-se uma opção.

Referência

1- Kara-José N; Oliveira RC: Olhos. São Paulo: Contexto,2001. (Coleção Conhecer & Enfrentar).

Fonte: CBO – Conselho Brasileiro de Oftomologia

Estrabismo

O estrabismo, popularmente chamado de vesguice, é um defeito visual no qual os olhos estão desalinhados e apontam para direções diferentes. Um olho pode estar direcionado em linha reta, enquanto o outro está desviado para dentro, para fora, para cima ou para baixo. O olho desviado pode se endireitar ocasionalmente. Essa doença é uma condição comum entre crianças, mas também pode ocorrer em outra fase da vida.

Tratamento

O tratamento varia de acordo com a causa do estrabismo, podendo envolver o reposicionamento dos músculos do olho, a remoção de uma catarata ou a correção de outros aspectos que provocam o desvio. Apenas um oftalmologista pode recomendar a terapia adequada.

Fonte: CBO – Conselho Brasileiro de Oftomologia

DMRI

Degeneração macular relacionada à idade

Ocorre geralmente depois dos 60 anos de idade e afeta a área central da retina (mácula), que se degenerou com a idade. A DMRI acarreta baixa visão central (mancha central) dificultando principalmente a leitura.¹

Diversos fatores podem estar associados ou serem creditados como favorecedores ao aparecimento da degeneração macular. Pele clara e olhos azuis ou verdes, exposição excessiva à radiação solar, tabagismo e dieta rica em gorduras são fatores que correspondem à maior incidência de degeneração macular relacionada à idade.²

Em 90% dos pacientes acometidos é observada a forma denominada de DMRI seca ou não-exsudativa. Os 10% restantes apresentam a forma exsudativa (caracterizada pelo desenvolvimento de vasos sanguíneos anormais sob a retina (Membrana Neovascular Subretiniana). A forma exsudativa é a principal responsável pela devastadora perda visual central referida à degeneração macular.²

A prevenção e o tratamento da DMRI são realizados por meio de vitaminas, antioxidantes e óculos escuros ou claros com proteção UVA e UVB. Uma dieta rica em vegetais de folhas verdes e pobre em gorduras é benéfica na prevenção à DMRI. Como já mencionado, o tabagismo aumenta a incidência da Degeneração Macular², portanto deve ser evitado.

Os danos à visão central são irreversíveis, mas a detecção precoce e os cuidados podem ajudar a controlar alguns dos efeitos da doença.

Em alguns casos é necessário a fotocoagulação por laser.

Confira abaixo um exemplo de visão com Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI), comparada à visão normal.

Autoavaliação da mácula

A autoavaliação da mácula é realizada através do uso da Tela de Amsler. Para isso, siga os passos a seguir.

Coloque os óculos para perto, caso use.

Feche o olho esquerdo com a palma da mão.

Olhe na tela com o olho direito e fixe o olhar no ponto central. Verifique se as grades estão tortas, se há mancha ou se falta uma parte da tela.

Repita o teste tampando o olho direito e mantendo o esquerdo aberto.

As imagens abaixo representam a visão que um portador de alteração na mácula terá da Tela de Amsler. Caso você veja algo semelhante a essas imagens, consulte seu oftalmologista.

Referências

1 – Kara-José N; Oliveira RC: Olhos. São Paulo: Contexto,2001. (Coleção Conhecer & Enfrentar).

2 – Ávila M.;Isaac DLG: Terapia Fotodinâmica em DMRI. In: Universo Visual. Disponível em:http://www.universovisual.com.br/publisher/preview.php?edicao=0203&id_mat=22

Fonte: CBO – Conselho Brasileiro de Oftomologia

Conjuntivite

É a inflamação da conjuntiva, parte branca do olho. Existem vários tipos de conjuntivite: viral, bacteriana, alérgica, traumática, tóxica, química, entre outras. Algumas formas de conjuntivite podem apresentar sequelas ou a necessidade de um tratamento mais complexo por isso é importante procurar atendimento oftalmológico ao primeiro sinal do problema.

Causas

O tipo mais comum de conjuntivite é a infecciosa, que pode ser causada por um vírus ou bactéria. Espalha-se rapidamente, como a gripe, sendo transmitida através do ar em ambientes fechados.

Sintomas

Sensação de areia nos olhos, secreção, lacrimejamento, vermelhidão e coceira.

Tratamento

Cada tipo de conjuntivite necessita de uma forma adequada de tratamento, portanto, evite a automedicação e busque o atendimento especializado de um oftalmologista.

Fonte: CBO – Conselho Brasileiro de Oftomologia

Ceratocone

O ceratocone é um distúrbio chamado distrofia contínua e progressiva, que ocorre na córnea com afinamento central ou paracentral, geralmente inferior, resultando no abaulamento anterior da córnea, na forma de cone. A apresentação é geralmente bilateral e assimétrica.

Trata-se de condição rara, encontrada em todas as raças, nas diferentes partes do mundo, com prevalência que varia de 4 a 600 casos por 100.000 indivíduos. História familiar está presente de 6 a 8% dos casos, sugerindo herança familiar. Seu aparecimento mais comum ocorre na puberdade, geralmente entre os 13 e os 18 anos de idade, progride por aproximadamente 6 a 8 anos e, após, tende a permanecer estável.

O ceratocone pode estar associado a doenças sistêmicas como as síndromes de Down, Turner, Ehlers-Danlos, Marfan, além de atopias, osteogênese imperfeita e prolapso da válvula mitral. Condições oculares às quais pode estar relacionado são a ceratoconjuntivite vernal, aniridia, amaurose congênita de Leber e retinose pigmentar. O paciente pode relatar mudanças frequentes na prescrição de óculos ou diminuição na tolerância ao uso de lentes de contato.

Os sinais observados pelo oftalmologista incluem:

– reflexo em “gota de óleo” quando realizada a oftalmoscopia direta;

– reflexo irregular “em tesoura” à retinoscopia;

– linhas de Vogt (estrias estromais, verticais, finas e profundas);

– anel de Fleischer (depósitos epiteliais de ferro ao redor da base do cone);

– espessura estromal reduzida;

– sinal de Munson (abaulamento da pálpebra inferior quando paciente olha para baixo);

– sinal de Rizutti (reflexo cônico visto precocemente na córnea nasal, quando se ilumina diretamente a córnea temporalmente).

Uma complicação possível é a hidropsia aguda, líquido que penetra nas camadas da córnea, provoca diminuição súbita da acuidade visual associada a desconforto e lacrimejamento. O tratamento do episódio agudo é feito com solução salina hipertônica e oclusão, ou lente de contato terapêutica. Com a cicatrização, que ocorre entre 6 e 10 semanas, pode haver melhora da acuidade visual devido ao aplanamento da córnea.

Nos casos mais brandos, o tratamento do ceratocone é inicialmente realizado por meio de óculos. Para astigmatismos maiores ou um pouco avançados, lentes de contato rígidas podem ser adaptadas com sucesso. Atualmente, alguns casos apresentam melhora com adaptação de lentes hidrofílicas próprias para ceratocone. O tratamento cirúrgico, com transplante penetrante de córnea, é indicado para os casos mais avançados ou com cicatrizes extensas que não melhoram com lentes de contato. Após a cirurgia geralmente é necessário o uso de lentes de contato para obtenção de melhor acuidade visual.

Lentes de Contato e Ceratocone

O uso de lentes de contato em pacientes com ceratocone é considerado quando os óculos não possibilitam boa visão.

Ao adaptar uma lente de contato no paciente o oftalmologista busca condições que possibilitem uma adaptação mais fisiológica, em que ocorra uma menor agressão à córnea com menor probabilidade de piora da evolução do ceratocone.

Há vários desenhos de lentes de contato que podem ser utilizados na correção óptica do ceratocone, dentre eles: lente de corte simples, monocurva externa, de desenho padrão; lente Soper, bicurva posterior; lente rígida gás-permeável com desenho escleral; sistema a cavaleiro (piggyback); lentes esféricas; lentes tóricas. Dependendo do estágio de evolução da doença deve-se avaliar qual o desenho mais apropriado.

Todo usuário de lentes de contato deve fazer uma avaliação periódica de sua adaptação (a cada 6 meses). As lentes devem ser limpas e desinfectadas a cada uso. Isso deve ser feito por meio de fricção e enxágue, com o uso de soluções apropriadas.

Autores: Dr. Nilo Holzchuh e Dra. Karin Ikeda

Referências

Bechara, S.J. & Kara-José, N. Ceratocone. In: Belfort Júnior, R. & Kara-José, N. Córnea: Clínica-Cirúrgica. São Paulo, Roca, 1997. 619p.

Dantas, P.E.C. & Malta, J.B.N.S.. Desordens ectásicas. In: Höfling-Lima, A. L., Nishiwaki-Dantas, M. C., Alves, M.R.

Doenças externas oculares e córnea. Rio de Janeiro, Cultura Médica: Guanabara Koogan, 2008 (Oftalmologia brasileira). 579p.

Kanski, J. K . Oftalmologia clínica: uma abordagem sistemática. 6 ed. [tradução Maria Inês Corrêa Nascimento et al] – Rio de Janeiro, Elsevier, 2008.931p.

Lima, C. A. Proposição e teste de um questionário de qualidade de vida em pacientes com ceratocone. Campinas, 2001. (Tese – Mestrado – Unicamp)

Pena, A. S. Ceratocone. In: Coral-Ghanem, C; Kara-Jose, N. Lentes de Contato na Clínica Oftalmológica. Rio de Janeiro, Cultura Médica. 3 ed, 2005.

Moreira, S.M.B.; Moreira, H. Lentes de Contato. Rio de Janeiro, Cultura Médica 2 ed., 1998.

Coral-Ghanem, C. Ceratocone. In: Lentes de Contato (Série Oftalmologia Brasileira). Netto, A.L.; Coral-Ghanem, C, Oliveira, P. R. Rio de Janeiro, Cultura Médica: Guanabara Koogan, 2008.

Fonte: CBO – Conselho Brasileiro de Oftomologia

Catarata

A catarata é definida como qualquer opacificação do cristalino que atrapalhe a entrada de luz nos olhos, acarretando diminuição da visão. As alterações podem levar desde pequenas distorções visuais até a cegueira.

Inúmeros fatores de risco podem provocar ou acelerar o aparecimento de catarata, incluindo medicamentos (esteroides), substâncias tóxicas (nicotina), doenças metabólicas (diabetes mellitus, galactosemia, hipocalcemia, hipertiroidismo, doenças renais), trauma, radiações (UV, Raio X e outras), doença ocular (alta miopia, uveíte, pseudoexfoliação), cirurgia intraocular prévia (fístula antiglaucomatosa, vitrectomia posterior), infecção durante a gravidez (toxoplasmose, rubéola) e fatores nutricionais (desnutrição).¹

Pode ser classificada em:

catarata congênita: presente ao nascimento

catarata secundária: aparece secundariamente, devido a fatores variados, tanto oculares (uveítes, tumores malignos intraoculares, glaucoma, descolamento de retina) como sistêmicos. No último caso, pode estar associada a traumatismos, moléstias endócrinas (diabetes mellitus, hipoparatireoidismo), causas tóxicas (corticoides tópicos e sistêmicos, cobre e ferro mióticos), exposição a radiações actínicas (infravermelho, raios X), traumatismos elétricos, entre outras².

catarata senil: opacidade do cristalino em consequência de alterações bioquímicas relacionadas à idade. Aproximadamente 85% das cataratas são classificadas como senis, com maior incidência na população acima de 50 anos³. Nesses casos, não é considerada uma doença, mas um processo normal de envelhecimento.

Tratamento

O tratamento clínico, como prescrição de óculos, tem efeito transitório. O tratamento farmacológico é utilizado em alguns países da Europa e por alguns oftalmologistas brasileiros, entretanto não existe efetividade comprovada. A correção cirúrgica é a única opção para recuperação da capacidade visual do portador de catarata senil².

Referências

1 – CBO. Catarata: Diagnóstico e tratamento. Projeto Diretrizes. Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina, 2003. Clique aqui para conhecer o projeto.

2 – Souza NV. Opacificações dos meios oculares. In: Rodrigues MLV, org. Oftalmologia para alunos de graduação em medicina. Legis Summa, Ribeirão Preto, 1992. p. 61-66.

3 – Organización Mundial de la Salud. Catarata. In: OMS. Estratégias para la prevención de la ceguera em los programas nacionales. 2ª ed. OMS, Genebra, 1997,p.71-77.

Fonte: CBO – Conselho Brasileiro de Oftomologia